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Advocacia Francis Daniel Pio
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Concordo texto Com expressões Tipo hi hi parece estar encomodado Em questão de regras de respeito Achei muito irônico o texto Uma falta de respeito As expressões utilizadas
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Saulo Dutra Lins
Comentário ·
há 8 anos
Peticionamento Eletrônico de Processo no Juizado Especial Cível pelo E-SAJ TJ-SP sem Advogado - Saiba como fazer
Misael Dias
·
há 8 anos
Acho seu artigo quer auxiliar o consulente, deve o judiciário dar acesso integral a todo cidadão. O que ocorre, que o advogado estuda, compra livros caros, participa de eventos e estudos, com vistas ao aprimoramento da classe.
A experiência na linha do tempo, vão delineando o arcabouço do advogado. Pois bem, o valor de uma ação, a ser paga ao advogado, é por todo este investimento e tempo, e sobretudo pelo desempenho do profissional.
Qualquer pessoa pode fazer isso que o Sr. disse, de entrar com ação sem precisar de advogado. O problema está que, quando o magistrado começar a requerer alguns atos que o que não é advogado, irá penar para fazer. No final ele vai buscar um profissional e pagar pelo serviço.
Pois o tecnicismo da demanda, e todo seu tramite, vai requerer que um advogado o faça.
Outro porém, está no momento da tomada de decisões, que se estiver sem um advogado, certamente, fará coisas que o prejudicarão.
Pois a economia no empreendimento de uma ação singular, pode trazer muitos gastos no futuro, que certamente, um profissional não permitirá que seu cliente perca.
Por isso, pense muito bem antes de invadir uma seara, sem saber por onde caminhar, pode cair no fosso sem retorno.
Da mesma forma que qualquer um precisa se um médico, qualquer pessoa pode precisar de um advogado.
Boa tarde.
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Fabiano Freitas Santos
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
O autor deveria ler o MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, que faz duas ressalvas: Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
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Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Somente algumas considerações. Primeiramente, na condição de magistrado, particularmente, não gosto dos termos "excelências" ou "doutor". Respeito quem faz questão, mas nos juízos onde chego já solicito que os documentos a serem assinados por mim sejam confeccionados sem o "Dr." Quanto ao "Exª", é certo ser um pronome de tratamento específico destinado a certas autoridades. Então, é muito comum esse tratamento, muito embora não faça questão, mas conheço muitos que fazem. Agora, a problemática de se dirigir às pessoas como "você" e "tu" (pronomes de cunho informal) requer a análise de questões de respeito. Quando faço uma audiência, dirijo-me a todos (réu, testemunhas, ofendidos etc) como "senhor", numa manifestação de respeito do Judiciário para com aquele que, de alguma forma, integra o processo. Em relação a advogados, defensores e promotores, sempre me refiro a "V Exª", como uma questão de respeito à nobre profissão que desenvolvem. Então...em muitos casos....não estamos a lidar com vaidades, mas somente com protocolos formais.
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